Coiote Flores’s weblog

Abril 26, 2008

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 2:19 pm

Chad

Today I’ve identified 15 objects on my desk that could kill a person.

direto do one sentence. gostei da frase e acho que há nisso um bom jogo rápido. identifique quantos e quais objetos em sua mesa poderiam matar uma pessoa.

2 palitos de dente
3 canetas
1 fio de telefone
2 fios presos a caixas de som
1 par de óculos
e, meu preferido,
1 aparelho telefônico (a idéia de acertar um telefone, com força, na cabeça de uma pessoa e matá-la sempre me causou um estranho fascínio)
3 cd’s
1 caixa de cd

obviamente, levei em contas objetos que podem ser quebrados para serem usados como arma letal.

blogando - stumbling around

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 2:13 pm

não gosto de fazer um post só pra linkar, mas essa foi uma das melhores animações que já vi, ao menos recentemente.

when album covers attack

pra quem não conhece, digo que o stumble upon é uma boa pra quem simplesmente quer dar cliques pra achar coisas interessantes (você escolhe a preferência a ser considerada nas buscas randômicas por sites), salvar páginas em seu perfil do stumble e fazer seus próprios reviews das páginas.

Arquivado em: english — c. dubreau @ 11:25 am

‘i know he’s a dick, but eventually he grows in you.’

Abril 25, 2008

On dark humor (I)

Arquivado em: english, words of wisdom — c. dubreau @ 3:39 pm

“So there they were, two muffins in the oven. One of them says: Is it hot in here, or is it me? to which the other one replies: OH! MY GOD, A TALKING MUFFIN!

    Funny,isn’t it? It could be even funnier if those were two babies. You wouldn’t even need the dialogue lines then.
    There is a german expression that refers to one’s happines on someone else’s misery, and it is called schadenfreude. Well, real or not that is bollocks. People suffering is funny the same way that any innocent joke can be funny; only difference is that it takes a larger sense of vision to laugh at greater deals of disgrace. For instance, you are walking down the street and you see a ten year old riding his bicycle to school (just to give a more dramatic perspective to the circumstances, he’s wearing a very colorful backpack filled with books and notepads and a juicebox with a tasty nutritional meal that his mom – or legal parent – had prepared for him) and BAM! a big large truck crashes right into the kid’s bike. Well there you go, now the bike is ruined into a large pile of twisted metal with one of its wheels still spinning. The body is thrown a few meters away. I don’t even have to mention that one of the boy’s shoes was taken from his feet and fell on the ground or upon a nearby tree. Now, if you are a sensible person you will feel bad for the horror of such young life being taken away in the sum of a second. But that doesn’t stop you from laughing about it, does it?! That’s the part where you have to think bigger wheter your heart has been shredded to pieces or not. Step your mind off the scene. The kid was riding his bike to school and, within a second, a life is destroyed, the bicycle’s ruined and, now that’s the cracker, the shoe is lying there, far away from its owner (I just love that cliche) but near enough for a friend or any caring person to see it and dismount into tears. You would have to be a stiff not to laught at that - pardon the mockery of words.
    The whole world can be a scenario, not exactly planned out just for you, but that doesn’t mean that you can’t enjoy it. Just remember to view the world from the theaterbox.

Abril 22, 2008

blogando

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 8:35 pm

c*so isab*lla: evite essas tags.

[falando nisso, termo de busca que direcionou aqui:

"o que preciso para vender flores"

-vá ao aeroporto. mas aviso que durante manhã e tarde já tem concorrência, e que sem permissão da infraero seu negócio não vai durar muito.]

enfim, eu aposto na teoria do suicídio. duvidou? crianças gostam de chamar atenção. crianças causam tramas complexas, querendo ou não. como entusiasta do humor sociopata, e acreditando que ela fosse uma praticante do mesmo, é bem provável que tudo tenha sido feito com a exata intenção de provocar uma reação em cadeia da qual ela estaria rindo, se estivesse viva.

é bom ressaltar que um bom comediante não faz questão de ficar no recinto após jogar a merda no ventilador.

Abril 20, 2008

from suffering comes relief

Arquivado em: english, words of wisdom — c. dubreau @ 5:55 pm

if life didn’t suck, they woudn’t have to come up with such a great thing called beer.

THANK YOU, ALL-MIGHTY SUCKNESS!

Abril 19, 2008

stonehenge

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 11:58 am

na verdade, eles só queriam fazer uns banquinhos pra sentar, arejar e botar papo fora.

claro que, depois desse erro, começaram-se as discussões do que mais tarde se tornariam noções de proporção.

Abril 17, 2008

(nota)

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 10:13 pm

psicossodomia
expressão criada por bituca. uso a palavra para referir-me a arte geral de irritar pessoas - na definição precisa da palavra, ‘foder mentes por uma entrada demasiado desconfortável’.

acredito que a palavra pode ser usada para definir esse tipo de criação - a meta-arte de irritar pessoas, como andy kaufman costumava fazer nos anos oitenta, como orson welles fez ao anunciar uma invasão alienígena em nova iorque - encarar como um estudo sociológico do comportamento de pânico tiraria toda a graça do episódio - enfim, como talvez até os comunistas estejam fazendo há mais de século (eu passaria a respeitá-los se alguém simplesmente começasse a rir no meio dum comício, causando estranhamento a todos os presentes, pra depois dizer ‘não deu pra segurar, eu juro! poxa, ninguém achou que vocês fossem realmente cair nessa!’ e mais gargalhadas a seguir).

ser personagem

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 10:03 pm

    Se algum dia sonhei em tornar-me escritor, não lembro, mas deve ter sido um pesadelo e tanto. Escrever é privar-se da compreensibilidade alheia; comunicamos tão bem a ficção que nossa mente cria ou o âmago espiritual que precisamos libertar que o resto do mundo, estupefato, ignora que somos ou já fomos pessoas. Sim nossa humanidade (no senso comum da palavra) morre um pouco durante o processo criativo. Os costumes sociais, a etiqueta de ser humano devem ser colocados de lado em prol da literatura. Sacrifique o homem e salve o personagem.
    Aquele personagem que acorda sem memória, num lugar estranho sem saber ser sua própria casa, toma o uísque do onatário ausente para depois acordar voltando a ser ele mesmo… que graça haveria nele se fosse um reflexo de vivências reais de seu autor?!
    E quanto aquele casal apaixonado, ela em casa pensando nele e ele abandonando as ruas e o vinho para revê-la? Ora, se o escritor fosse realmente capaz de amar alguém o conto simplesmente perderia parte de sua fantasia! E quando a mentira como arte - e esta só existe em artes superiores como literatura e psicossodomia* - perde sua ficção, a história morre um pouco.
    É aquilo que outrora foi homem que deve perecer. Seu medo, seu amor, suas lembranças e idéias somem. Ele deixa de ser e dá o dom de existir a outrém. Aí nasce o personagem. Ele ganha vida - sente, pensa ou não, fala ou fica calado,age ou entrega-se ao derradeiro ócio. E o texto do autor é seu ambiente, e se ele ousar crescer o suficiente é o corpo do autor que objetiva como seu próximo hospedeiro.

Arquivado em: Uncategorized — c. dubreau @ 4:26 pm

‘vou lhes contar uma história. talvez não acreditem em mim, talvez temam a verdade, mas esse é um relato que precisa ser feito.’

alvejado e morto, porque alguém tinha uma espingarda e um desgosto imesurável por voz de narração.

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