Coiote Flores’s weblog

Maio 15, 2008

ode amétrico e súbito a algum homem-bomba que eu possa ter visto por acaso e não ter dado bola

Arquivado em: (pt) versos, Uncategorized — c. dubreau @ 11:53 pm

um rosto da janela
um vulto em meio à fila
tu passa, me despreza
mas teu olhar defibrila

anônimo, por vez
um transeunte, talvez
mas um dia explodo.

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