ode amétrico e súbito a algum homem-bomba que eu possa ter visto por acaso e não ter dado bola
um rosto da janela
um vulto em meio à fila
tu passa, me despreza
mas teu olhar defibrila
anônimo, por vez
um transeunte, talvez
mas um dia explodo.
um rosto da janela
um vulto em meio à fila
tu passa, me despreza
mas teu olhar defibrila
anônimo, por vez
um transeunte, talvez
mas um dia explodo.
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só na inspiração.
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o meu no fim a gente não marcou até hj uma reunião para tratarmos de trabalho.
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abraços
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Comentário de bielsouza — Maio 16, 2008 @ 10:32 am