EUGÉNIE DE SADE (ou Eugenie Sex Happening)
O filme abre com uma das mulheres mais lindas da história, Soledad Miranda, desnudando uma figurante loira, também agradável aos olhos. Como se não bastasse, a cena de abertura tem uma trilha, uma seqüência e um cume que fazem dela uma composição cujo tom provocativo me lembrou a cena de abertura de Jisatsu Sakuru (ou Suicide Circle), embora não seja tão, na falta de uma palavra melhor, imponente. O filme é de Jesus Franco e foi baseado na obra de Marquês de Sade. Já mencionei Soledad Miranda, então acho que temos mais do que o bastante para um bom filme.

MOON
O excelentíssimo (e no entanto nem tanto popular, talvez justamente por ser o típico ator britânico bom) Sam Rockwell dá uma maravilhosa volta por si nessa espécie de suspense individual sci-fi; quase individual, já que um segundo personagem falante (além dos cenários e, eventualmente, de personagens ligados ao protagonista) permite o diálogo que ajuda o filme a se desenvolver. Um homem isolado na Lua, a fins de pesquisa. Uma inteligência artificial dublada por Kevin Spacey. A dúvida sobre o que ele realmente está fazendo lá, e até quando deve fazê-lo.
FLIGHT OF THE NAVIGATOR
No Brasil: O Vôo do Navegador
Um clássico da infância. Sabe quando você junta todas as porcarias, também conhecidas como tranqueiras, também conhecidas como objetos de adaptabilidade e funcionalidade universais e monta uma nave? E se, bem, e se essa nave funcionasse e você saísse voando por aí? Bom, isso era um outro filme que eu tava procurando quando deparei nesse clássico, em que um menino é “escolhido” por uma nave alienígena para pilotá-la.
ENCAIXOTANDO HELENA
Temos Sherilyn Fenn (a Audrey, de Twin Peaks) como objeto de desejo obcessivo de Julian Sands (Warlock, o Demônio). Okay, dois atores não-mainstream – daqueles que escolhem papéis, digamos, desaconselháveis para quem busca o sucesso – em um excelente filme dirigido por Jennifer Lynch, autora de O Diário Secreto de Laura Palmer, um livro sincronizado com a série Twin Peaks, criada pelo pai da autora/diretora, David Lynch, e Mark Frost. Você deve conhecer a história do filme, se não, melhor nem contar porque não saber o que acontece torna a experiência cinematográfica (nesse caso) ainda mais agradável.

DEAD SNOW
O filme também recebeu o título de Nazi Zombies. Precisa dizer mais? Veja esse trailer, que inclui o que creio ser a melhor montagem utilizando “Ode à Alegria” (também conhecido como o último movimento da 9ª sinfonia de Beethoven) que já vi:
REPLAY
Um belíssimo curta-metragem pós-apocalíptico do francês Anthony Voisin. Acho que a assisti a primeira vez quando foi selecionada para algum festival de animações.
E pra facilitar, pode ser assistido na íntegra aqui (ou usando o link para abrir no Vimeo)

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