You are currently browsing the tag archive for the ‘douglas adams’ tag.

Se 2012 é o ano em que ocorrerão mudanças revolucionárias no comportamento do homem quanto à sociedade e o mundo, segundo as pessoas que só descobriram isso depois de ver uma referência a respeito em algum programa jornalístico patrocinado por uma grande corporação nacional – ou internacional, é provável que esse número tenha algum significado.

Afinal, se dividirmos o mesmo número pela resposta para a vida o universo e tudo mais em uma equação, obteremos um número primo dividido por outro número primo.

Treze.

O número primo anterior a esse é sete. Chama-se primo porque é inicial, indivisível, universal.

Três.

Um.

E a única forma de criar é jogando esse um contra zero para gerar um significado. Um.

Sim. Em 2012 chegaremos ao ano zero. Ufa.

    Ler este artigo sobre o acordo assinado pelo estimado presidente da república do Brasil com o representante-mór da respeitável igreja católica no mundo me fez pensar em ateísmo, na falta de lógica da crença em deus, deuses ou no que quiseres acreditar – quando se diz que não há diferença entre deus e o flying spaghetti monster, não é exagero ou ironia.
    Em um artigo de Douglas Adams no livro “The Salmon Of Doubt” ele menciona a importância que a fé já teve para a humanidade na busca por explicações e o quanto isso já foi ultrapassado justamente devido à nossa capacidade de buscar diferentes caminhos para os mesmos problemas, chegando cada vez mais próximos de soluções, ou respostas, realmente conclusivas. um dos diferenciais do ser humano é nossa capacidade de questionamento e de busca. observamos o céu e, mais do que aproveitarmos a luz que o transpassa em momentos do dia ou as outras formas brilhosas que nos aparecem à noite, temos quase (se não certamente) instintivamente a instigação de saber o porquê de sua existência, o que exatamente é aquela junção de formas e cores, aquele horizonte, etc. por quê? creio eu que é parte do mesmo mecanismo consciente que nos levou ao desenvolvimento de ferramentas. conhecendo a origem de algo, podemos entender seu funcionamento e tentar usar o objeto de estudo a nosso favor. Conhecer a nossa origem e a de tudo ao nosso redor seria o ápice dessa busca. é bastante lógico que uma teoria mais primitiva insinue a existência de um ser invisível que teria criado tudo isto para nós. Porém, o passar do tempo e o acúmulo de conhecimentos do mundo ao nosso redor, sejam estes teóricos ou comprovados, nos levam a explicações cada vez mais palpáveis para as pequenas e grandes coisas que nos rodeiam. Portanto, a simples exigência de uma religião teísta, quanto mais de uma igreja, é uma ofensa à própria capacidade evolutiva do homem como ser inteligente; sua intenção é perpetuar uma crença que foi elaborada pela mera falta de capacidade do homem de desenvolver melhores teorias sobre sua origem – embora civilizações antigas já tivessem outras habilidades práticas admiráveis, fique claro.
    nos tempos de colégio costumávamos dizer que o papa é ateu. Afinal, um alto membro do clero deve conhecer o assunto o suficiente para chegar à conclusão de que não há um deus. Sim, um argumento meio ingênuo, mas considerêmo-lo por um instante. Talvez muitos membros do vaticano nem acreditem, ou se importem em acreditar ou não, na existência de seu deus. Eles só querem manter uma tradição. Ou, ainda, têm medo de admitirem-se errados porque tudo que têm se deve à exploração dessa crença.

Categorias

Arquivos

twitter

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.