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… roteiros meus que nunca foram comprados.

Nietzsche once cried God is dead

and he was right.

But now…

He is BACK

and he`s thirsdy…

for blood.

GOD: THE FINAL PAYOFF.

1. Que Deus perdôe cada ato pecaminoso que de ti for advindo, pois não tendo Ele dado a ti vida, é o máximo que pode fazer por vós, exceto dar-vos capacitador de fluxo, para que retornai e impedi-vos o próprio pecado.

Conta um trecho do livro sagrado, como lembrado por alguns de seus leitores,

não tem vergonha de andar por esse tipo de lugar?! antros de prostitutas e vagabundos dançando ao som da música do demônio?!1.

O que te torna melhor do que essas prostitutas? Tua cristandade?

Não vendes a alma por um lugar ao lado de quem lhe dará a paz que segue a labuta?

Ela vende o que é real a quem deseja; transforma em comércio uma necessidade natural.

Crueldade maior seria inventar necessidades para vender produtos artificiais, como fazem alguns marqueteiros, publicitários e pregadores religiosos.

Não seria o padre católico o cafetão inadvertido de uma grande instituição que vende sonhos inventados para o contingente humano necessitado?

deus, tende piedade dos que te veneram.

- – - -

1vagamente inspirado pela história de Charley Patton como contada por Robert Crumb.

Se as pessoas que acreditam em mitologia cristã ou no poder de salvação através da devoção a uma criatura mágica invisível podem sair por aí panfleteando e discursando sua propaganda, por que outros não? Basta caminhar até um estranho e abordá-lo da forma que melhor convir.

E você, já negou a existência de uma força superior HOJE?

Ainda não li o artigo O(s) problema(s) com as iniciativas baseadas na fé e já me veio algo à cabeça, especialmente porque existem muitas dessas, algumas até bem intencionadas (e, em casos de ajuda a pessoas carentes, creio que bem sucedidas).

Se o que a religião mais gera é discórdia, conseqüentes guerras e, claro, genocídio, por que qualquer iniciativa vinda dela poderia ser proveitosa?

Iniciativas de cunho social devem ser feitas pelo seu objetivo mais óbvio: melhorar algo. Tire teu deus ou teus dogmas da equação e faça pelo prazer de fazer.

    Ler este artigo sobre o acordo assinado pelo estimado presidente da república do Brasil com o representante-mór da respeitável igreja católica no mundo me fez pensar em ateísmo, na falta de lógica da crença em deus, deuses ou no que quiseres acreditar – quando se diz que não há diferença entre deus e o flying spaghetti monster, não é exagero ou ironia.
    Em um artigo de Douglas Adams no livro “The Salmon Of Doubt” ele menciona a importância que a fé já teve para a humanidade na busca por explicações e o quanto isso já foi ultrapassado justamente devido à nossa capacidade de buscar diferentes caminhos para os mesmos problemas, chegando cada vez mais próximos de soluções, ou respostas, realmente conclusivas. um dos diferenciais do ser humano é nossa capacidade de questionamento e de busca. observamos o céu e, mais do que aproveitarmos a luz que o transpassa em momentos do dia ou as outras formas brilhosas que nos aparecem à noite, temos quase (se não certamente) instintivamente a instigação de saber o porquê de sua existência, o que exatamente é aquela junção de formas e cores, aquele horizonte, etc. por quê? creio eu que é parte do mesmo mecanismo consciente que nos levou ao desenvolvimento de ferramentas. conhecendo a origem de algo, podemos entender seu funcionamento e tentar usar o objeto de estudo a nosso favor. Conhecer a nossa origem e a de tudo ao nosso redor seria o ápice dessa busca. é bastante lógico que uma teoria mais primitiva insinue a existência de um ser invisível que teria criado tudo isto para nós. Porém, o passar do tempo e o acúmulo de conhecimentos do mundo ao nosso redor, sejam estes teóricos ou comprovados, nos levam a explicações cada vez mais palpáveis para as pequenas e grandes coisas que nos rodeiam. Portanto, a simples exigência de uma religião teísta, quanto mais de uma igreja, é uma ofensa à própria capacidade evolutiva do homem como ser inteligente; sua intenção é perpetuar uma crença que foi elaborada pela mera falta de capacidade do homem de desenvolver melhores teorias sobre sua origem – embora civilizações antigas já tivessem outras habilidades práticas admiráveis, fique claro.
    nos tempos de colégio costumávamos dizer que o papa é ateu. Afinal, um alto membro do clero deve conhecer o assunto o suficiente para chegar à conclusão de que não há um deus. Sim, um argumento meio ingênuo, mas considerêmo-lo por um instante. Talvez muitos membros do vaticano nem acreditem, ou se importem em acreditar ou não, na existência de seu deus. Eles só querem manter uma tradição. Ou, ainda, têm medo de admitirem-se errados porque tudo que têm se deve à exploração dessa crença.

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