na estrada

Na manhã de quinta-feira, depois de uma noite de open bar, aceitei o convite de D.C. para ir até sua casa em Canela. Aceitei de bom grado também as passagens, já que eu não tinha comigo mais que uma mochila com algumas bermudas e nenhum cartão. Depois de uma cerveja e seguinte à compra de 1,5 litro de vinho para a viagem, embarcamos.

céu no trajeto para Canela

No caminho para Canela, conheci um suiço a quem me dispus mostrar um pouco da cidade antes de ir para a casa do amigo. Este desaparecera logo que descemos do ônibus na rodoviária. Depois de um breve passeio pelo centro, fomos de táxi até o famoso Parque Caracol. De lá, fui até a casa de meu amigo (…)

Cascata do Caracol, Canela-RS

(…) onde o zelador me informou que este chegara embriagado demais, causando alvoroço, sem chave. O zelador permitira que entrasse e disse que eu poderia esperar na entrada, já que o dono da casa provavelmente dormiria o sono dos ébrios por longas horas antes de estar apto a ouvir campainha, vidros quebrados ou gritos enfurecidos. Então rumei a pé para a estrada, na esperança de conseguir alguma carona até Porto Alegre.

primeira hortência fotografada na estrada

Inspirado pela adorável Lilitchka (faço aqui uso da nomenclatura russa para apelidos porque a; ela merece o tributo desta que é das mais altas literaturas b; eu sou descendente de russos e me reservo o direito), fiz o que podia fazer como um nômade abandonado na estrada: parar para cheirar as flores. E o fiz. Essa foi a primeira que colhi para a amiga, e fiz bem em fotografar algumas flores: não suportaram a viagem a pé como eu.

entrada de uma das lojas Florybal

De Canela a Gramado a pé, parando em alguns estabelecimentos para pedir água, aproveitei para visitar as chocolaterias locais e almoçar uma série de amostras grátis de chocolate. Viva como um rei, quais forem as condições. E no meu plano de vida, nada mais nobre e digno de onatário dos mais altos títulos governamentais e/ou aristocráticos do que se alimentar única e exclusivamente de chocolate.

Todas as fotos de flores a seguir são para L.B., supramencionada. Impossível ver uma flor e não lembrar imediatamente dela, então tentei registrar uma ou outra dessas passagens que tornavam o caminho tanto mais suportável, agradável, até prazeroso.

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3 respostas para na estrada

  1. OGUMO disse:

    tu axou o condominio?

    hahahah

  2. Pingback: na estrada, segunda parte « O Galã da Sarjeta

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