erotica

Entre beijos escapavam surpresas
nas mesas deixava bilhetes, cervejas
À espera de alguém que a veja

Ela cantava tão só
sob a água ao banhar-se
Que se muda corresse ao mar
e seguisse
ninguém veria;
que triste.

Vem servir a vontade
minha de amordaçar-te
e prender teu cabelo em mãos
Olhai-me e ri à vontade

Teus dentes, tal hastes
A cortar-me à línea
Divisa entre glande
e o troféu que
trouxe pra ti.

Presas, tuas mãos
às coxas que
teus lábios
sugarão
À pele arroxar

Deita meu punho
em teu peito
Minha perna, a
tuas costas
Virilha em teu rosto

Se te solto
me faz teu escravo
Me toma de assalto
e provas que mostro:

Meu corpo é asfalto
pra que embale tua ida

Em que calas
a missa
que rezamos
há anos

Meu pau precisa
de ti como
tu precisa.

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