a 13 de maio de 2014

E na falta de palavras pra anunciar algo triste, tento ser imagético: enquanto tu deslumbra a melhor arquitetura jamais vista fora da Terra, algo parece crescer dentro de ti.

E quanto teu peito se aperta, algo estoura a caixa óssea que o protege e, ignorando teu último suspiro, aquela criaturinha infante e assustada sai correndo, sem entender quem são esses seres à sua volta no seu primeiro suspiro à luz.

Ela cresce.

Ela devora tua nave inteira.

Sobrevivem apenas uma tenente disposta a ignorar a ignorância de sua equipe e seu gato de estimação.

Mas bem, só hoje descobri que o nome de uma escultura dele que está entre as imagens que mais amei é “Birth Machine”. À morte de Giger, ofereço essa máquina.

birth machine - escultura - h.r. giger

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