(sem data)

Entre cervejas e cigarros, o samba
e teus pés a brigar com os meus
pelo chão intercalando passos

Sobre teus ombros cabelo balança
e na tua cintura minhas mãos
a te apertar num abraço

No teu quarto depois eu suspiro
te peço um tempo, me xingas
que o que inalo é mal e tu
só quer o meu bem

Eu rio e digo que entendo
mas te peço um tempo
que sem meu cigarro
não penso, nem faço

Mas te amo e apago o
cigarro na rua
e limpo, te peço
e tu diz:
eu sou tua.

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