relações usuários-drogas

Se eu não amasse coquetelaria, apreciação e tudo mais relacionado não sei o que teria feito de mim nos últimos anos. Minha experiência pessoal e observação de alcoólatras deixaram claro que problemas ligados ao consumo tem mais a ver com motivações e comportamentos pessoais do que com a substância em si. Não é à tia que coquetéis não-alcoólicos sejam tão importantes, a meu ver, à coquetelaria quanto quaisquer outros. É uma arte que trata da relação entre pessoas e o que elas consomem (daí a afinidade com gastronomia).

Enquanto a maconha for proibida, ela será usada irresponsavelmente. E é do interesse de quem precisava da vulnerabilização do indivíduo que seja usada assim. A legalização seria uma abertura que levaria mais pessoas a quererem se aprofundar no funcionamento e nas possibilidades da maconha.

Isso vai além do medo da indústria farmacêutica de perder suas vendas ou do sistema legislativo-jurídico-carcerário de manter as folhas de pagamentos de seu contingente de agentes; a proibição impede uma ampliação das potencialidades de descobertas ainda inimigináveis…

E é assustadora a idéia de poder saber mais.

Bem, pra algumas pessoas é.

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