pausa

Acho que dormi cedo demais. Estamos entre e as quatro e cinco primeiras horas do dia, que ainda é noite, e tenho vontade de caminhar pela cidade, como acontece todas as manhãs. Café recém passado e quadrinhos e um prazer único que só acordar durante a madrugada permite: o silêncio.

O silêncio que busco há décadas, o silêncio que família, cidade e hiperatividade mental não permite, do qual apenas aproxima-se por vezes; almejado, sonhado e aspirado silêncio. Que busco no sono, irmão da morte, flerte antigo.

Me disseram há muito tempo que a música não é cada nota e cada seqüência de notas na pauta, mas as pausas. O silêncio.

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