a ilha dos mortos

Ouvi “Isle of the Dead”, do meu querido Rachmaninoff, enquanto lia “The Soul is not a Smithy” (conto de David Foster Wallace, do livro “Oblivion”). O desenvolvimento de ambos — da música e da história naquele ponto — não podia se encaixar melhor. O mesmo aconteceria com outras histórias, creio.

O compositor russo se inspirou em uma reprodução preto e branco da pintura de mesmo nome de Arnold Böcklin, chegando a ficar decepcionado ao conhecer o original, que jamais teria inspirado sua música. Na foto, arte de Karl Wilhelm Diefenbach – The Isle of the Dead I (after Arnold Böcklin), 1905.

pintura: isle of the dead, de Karl Wilhelm Diefenbach, em homenagem à arte homônima de Alfred Böcklin

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