relato de sonho

À primeira lembrança que tenho do sonho, eu já estava no elevador com J. e G.. Aliás, lembro de entrar às pressas no elevador que chegara, logo depois do casal. Fora ela quem postara algo na internet pedindo companhia para algum compromisso maçante, tipo visita profissional ou consultório médico. Sei que era disso que se tratava a subida naquele edifício de escritórios. Mas logo estávamos no apartamento de um amigo deles, sentados em uma cama tipo casal, conversando amenidades enquanto a água quente era servida em nossos copos para o chá. Pouco depois, eu acordava, constrangido, porque além de mim só havia o casal, J. e G. abraçados, aparentemente dormindo, e eu levantando, sem saber como sair do apartamento sem acordá-los, além de estar em outra cidade.

Pouco depois eu corria pelas ruas de, creio, Porto Alegre, com J.F., garçom de um bar que frequento aqui, no banco de trás, e outro garçom do mesmo bar dirigindo. Ele corria, quase batia, mas sempre escapava em tempo, a poucos centímetros de outros carros.´De repente estávamos parados e não existia a parte da frente do carro. Eu levantava e enquanto J.F. explicava o que provavelmente acontecera ao motor, eu era sugado de volta para isso que chamamos de realidade.

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