sequestros de coletivos e memórias afetuosas

Esse caso do sequestro a ônibus só me faz pensar no Grande Sequestro de Lotação em Porto Alegre, 2002.´

Bom foi curtir a confusão no conforto da casa do Rafael, amigo e baterista de algumas bandas da cidade, tomando cerveja em comemoração ao aniversário do rapaz, assistindo uma dupla jogar xadrez, quando não vídeos da sagrada coleção de VHS do anfitrião, e falando merda com Diego, baterista de minha banda de colégio — e que mais a gente ia falar, no auge de nossa juventudade de nem 20 anos completos? — enquanto ocasionalmente acompanhávamos “evento” pela televisão.

Naquele tempo isso era altas emoções em Porto Alegre dos assaltos ocasionais, das casas de show funcionando a todo vapor (ou não era pra tanto?) e da inocente ilusão de que só o punk salva.

Bom, pra ser honesto, essa idéia nem tão ilusória jamais se dissipou, provou-se verdadeira e segue valendo.

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