ininterrupto

Quando nos arrastamos pelo chão
pedindo para que nossas mentes
torpes nos dessem descanso jogando
o peso do corpo contra a superfície
inalcançavel da alma

Tentávamos supercargar o cérebro
que entre paredes ósseas temerosas
frágeis coberturas físicas tão mais
assegurantes que os sentimentos
comunicando-nos uns com os outros

Pedíamos, por favor,
“Me deixe!
Me liberta por um dia
ou para sempre
Permita a morte da mente
por um dia, pela ínfima
eternidade que espera nossa
efêmera terra!”

Pedi para que morresse
o pensar
Mas por engano
Morreu o descanso.

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