miniconto de janeiro de 2007

‘meu pai mata os homens maus pra que os homens maus não possam mais machucar as pessoas boas.’
‘meu pai cura quem tá doente e ensina eles a não ficarem doentes de novo e se eles ficam mesmo assim ele cuida delas.’
‘meu pai encarrega-se de analisar as contas pessoais de seus clientes e calcular o dinheiro que entra diretamente das contas dos associados desses clientes sem autorização estatal para a liberação desse mesmo dinheiro para ser transferido por todas esses contas – senão houverem outras – nos trajetos de modo que não seja possível para fiscais orçamentários localizar exatamente de onde e em que quantias exatas são feitas tais transferências para os clientes dele.’

ser contador de fraudador de obras públicas e ter um filho superdotado na pré-escola é muito azar.

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