que bagunça, cara…

Quase quatro meses e não consigo traduzir um texto sobre saúde masculina sem desatar a chorar…

Mas isso é saudade, não? E como é bom te amar, cara. Como é bom te amar pra sempre.

Encolhido num sofá e chorando e gritando abafado pra ninguém ouvir:

Me tirem daqui, me tirem daqui…

Mas levanto, quero fumar.

Cadê meu cinzeiro? Lá fora. Limpo, às pressas.

De volta pra dentro, às pressas.

A passada rápida que lembra de ti

E sorrio bobo, como tu me sorri

Lembro de tu limpando a casa, às pressas

Me xingando — “Que bagunça!”

Sentando, com calma.

E fumando comigo.

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