Autumn Sonata, de Ingmar Bergman

“Você diziq eu amava eu e papai e Helena. E você era uma expert nas entonações e gestos de amor. Pessoas como você são uma ameaça. Você devia ser confinada e rendida inofensiva. Uma mãe e uma filha: que terrível combinação de sentimentos e confusão e destruição! Tudo é possível e feito em nome do amor e da preocupação. As feridas da mãe devem ser passadas adiante para a filha. As falhas da mãe devem ser pagas pela filha. A infelicidade da mãe deverá ser a infelicidade da filha. É como se o cordão umbilical nunca tivesse sido cortado. É isso? O infortúnio da filha é o triunfo da mãe? Meu lamento é seu prazer secreto?”

Que diálogos; que tiro! A realidade e o peso da verdade e a intensidade nos diálogos desse filme poderiam ser devastadores se não me deixassem tão incapaz de sentir mais do que apenas acompanhar. Já posso dizer oficialmente que gosto desse tal Bergman.

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