parque dos dinossauros

Fazem 23 anos desde que tive um dos momentos mais significantes de minha tenra infância com aquele brontossauro maior que a palmeira em casa de mamãe na minha frente e ainda tenho, assistindo pela 138ª espetacular vez, o mesmo carinho por cada dinossaurozíneo que aparece na fita, incluindo aquele dilofozuxo que faz horrores com o Nedry (no livro é bem mais sanguinolento), o que, convenhamos, é o típico caso de “não fez mais que a obrigação”.

Porque esses dinos nunca vão me abandonar. Esses dinos nunca vão filar meus cigarros. Esses dinos são amigos pra vida toda!

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