ontem foi niver do amaro

Ontem foi aniversário do meu primeiro “ídolo” (que palavra feia, quando tu percebe que todo mundo anda junto) ao lado do Digão.

O cara que, quando eu reclamei de ter largado aulas de música e tinha que perguntuar o que é um “tom”, riscou um teclado num banco e mostrou cada semi-tom e tom que eu tocava no piano, e o porquê deles (nisso os profes de física ajudaram).

O desgraçado a quem dei uma fita KT com música do Jaspion e outra da trilha d’O Corvo’; a segunda ele não conseguiu cifrar e disse que tinha uns tal “power chord” (eu não sabia o que era ainda), a primeira ele notou dum jeito que até eu conseguia tocar. E me mandou uma carta que ainda guardo.

Foda-se: adivinha quem é um baita musicistas e quem é um baita escritor e o quanto a gente ainda se apoia, quando e sempre que possível?

Talvez seja a coisa de pessoas tímidas buscarem jeito de se expressar, talvez seja só uma boa coincidência, mas, one way, or another, eu precisava desse brother e ele tava ali, em 96 e ano passado e nuns tropeços do meio que ninguém quer mais comentar porque, né? Foda-se.

Parabéns por tar vivo, parabéns por ser lindo e parabéns por ter trazido a Cecília, with a little help, pra esse mundo que vocês vão deixar mais lindo do que quando chegamo.

Te amo dum jeito que é foda demais pra escrever, por isso exagero na gratidão e verborragia.

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