setembro de 2016

Não consigo me desfazer do ódio. Convencer a nós mesmos de que as pessoas não são tão ruins é um trabalho contínuo que demanda muito de cada um.

Todos ficarão ao teu lado enquanto sentirem necessidade para isso.

Todos te abandonarão à própria morte se acharem que o fedor de tua putrefação impregnará neles.

Tem sido um barato incrível me sentir confortável o suficiente pra ser honesto e aberto e direto como tenho sido cada vez mais com qualquer pessoa. E senti confiança em retorno. Ainda assim…

Fui usado como uma ponte, como todos foram; como algo a que se apoiar e chorar, como todos ouvidos e ombros foram, e sem dúvida também como um bode expiatório.

Muitos de meus amigos são somente o rebanho disperso do confiável coração cheio de amor pra me fiar que eu sei que nunca vou ter.

Eu preciso de amor e eu escolho amar e escolho quem. De vez em quando é preciso esquecer tudo e me escolher como um parceiro irmão para se sentir seguro e estar certo de ter a quem culpar pelo que quer que seja que tu queira extravasar quando em minha companhia.

Devo ter feito o mesmo com outros aqui e ali. Claro que nunca os levei a acreditar em meu companheirismo de coração e zelo eterno. Mas esse sou eu.

E eu sou o cosmonauta urbano, se é que conheces a canção.

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